Startupi Em um mercado mais maduro, empreendedor brasileiro alcançou um novo patamar * Por Lindomar Góes Ferreira O ecossistema brasileiro de startups braisleiro entrou no ano de 2026 com um novo estágio de maturidade, marcado por modelos de negócio mais sustentáveis, uso estratégico de inteligência artificial e maior integração com o mercado corporativo. Sem dúvidas os primeiros meses do ano exigiram também uma mudança de mentalidade. O empreendedor está mais preparado para lidar com complexidade, ciclos longos e decisões estratégicas. Isso fortalece o ecossistema como um todo e posiciona o Brasil de forma mais competitiva no cenário global. Diante desse cenário, o próximo semestre promete ser menos sobre crescimento acelerado a qualquer custo e mais sobre eficiência, impacto real e geração de valor. Mas não chegamos até aqui por acaso. Chegamos porque aprendemos a crescer enfrentando ciclos difíceis, capital seletivo e realidades econômicas que exigem mais engenhosida...
Startupi O fetiche do Vale do Silício no asfalto paulistano Sabemos que os tempos na comunicação estão difíceis, com muito cinismo digital, o que transformou a celebração de anúncios corporativos num exercício de resistência quase ingênuo. Mas não é isso que acontece na notícia de que o Google acaba de consolidar seu Centro de Engenharia para 400 profissionais dentro do campus do IPT , em São Paulo. O movimento, parte do programa IPT Open , traz para o mesmo teto inteligência artificial, startups e a infraestrutura de um instituto octogenário. E se o ecossistema de inovação no Brasil segue respirando por aparelhos — pelo menos está ainda respira. Claro que nenhum prédio novo vai salvar o PIB ou reverter nossa desindustrialização histórica. Esperar que uma multinacional resolva o gap tecnológico do país é confundir o palco com o espetáculo. Leis de incentivo que vêm e vão tampouco, pois o que move o ponteiro é a densidade de talentos interagindo no mesmo espaço. A...