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O homem que copiava

Startupi O homem que copiava Uma velha parábola conta sobre um homem que criticava as técnicas do vizinho até ver seu próprio quintal murchar e o do “Estado Desenvolvimentista” prosperar, decidindo então copiar seus métodos. Essa história ilustra o movimento atual do mercado americano, em sintonia com o governo que, após décadas defendendo o livre mercado e criticando o modelo chinês, agora busca fatia de capital estatal em semicondutores e inteligência artificial, como na proposta da OpenAI de ceder ações ao governo.  Parece se tratar de um reconhecimento pragmático de que o século XXI exige o Estado como arquiteto e sócio de longo prazo. A grama do vizinho é mais verde… e mais produtiva Observando bem, o modelo chinês de capitalismo de Estado provou ser altamente resiliente e acelerado na corrida tecnológica. Diante disso, a reação americana não parece ser um abandono do capitalismo, mas uma estratégia de sobrevivência, evidenciando que o “Estado mínimo” é um luxo...
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Startups nativas de IA alcançam valuation de bilhões de dólares na metade do tempo, diz pesquisa

Startupi Startups nativas de IA alcançam valuation de bilhões de dólares na metade do tempo, diz pesquisa A AWS Startups acaba de divulgar o estudo global “ Engines of Growth ” (Motores de Crescimento) revelando como as startups nativas de IA estão reescrevendo as regras de criação de empresas. O relatório revela que as startups nativas de IA, empresas com menos de cinco anos de idade que criam produtos com IA em seu  core , estão alcançando  valuation  de bilhões de dólares na metade do tempo (em 3,5 anos) e com metade da equipe que era necessário antes do surgimento da IA generativa. O estudo foi realizado pela Strand Partners com mais de 3.400 fundadores de startups e líderes seniores em 20 países, entre eles o Brasil.  O estudo identifica um grupo distinto de startups que constroem seus negócios inteiros em torno da tecnologia, em vez de simplesmente anexar a IA a fluxos de trabalho existentes. Essas startups nativas de IA relatam um crescimento médio de receita ...

Crachá de silício

Startupi Crachá de silício O crachá corporativo agora também é digital, e ele não pertence a um humano. A notícia vem da FCamara , uma consultoria que atua também no desenvolvimento de softwares, que anunciou que já integrou 400 trabalhadores “sintéticos” (agentes de IA) aos seus 1.800 profissionais. Longe de ser um mero piloto de automação, o movimento da empresa quer atacar o faturamento e o lucro, transformando a tecnologia em uma ferramenta geradora de receita direta em frentes que vão do desenvolvimento técnico ao RH. Mas a virada de chave exige uma nova orquestração de agentes. Não se trata de assinar licenças de software, mas de desenhar uma governança onde humanos lideram e auditam as entregas para blindar a operação contra alucinações e custos de infraestrutura. A divisão do trabalho é clara: a IA acelera o volume e a repetição, enquanto o humano assume a estratégia. Culturalmente, o desafio migrou da gestão do medo para a cultura da coprodução. Assim, os cola...

Instituições deixam de ganhar quando tratam o cadastro apenas como obrigação regulatória

Startupi Instituições deixam de ganhar quando tratam o cadastro apenas como obrigação regulatória * Por Lígia Lopes Quando se fala em onboarding financeiro, a conversa costuma girar em torno de compliance, autenticação e prevenção a fraudes. Mas existe uma discussão menos explorada e potencialmente mais estratégica: o que as instituições deixam de ganhar quando tratam o cadastro apenas como uma obrigação regulatória? A maior parte dos processos de abertura de conta foi desenhada para resolver um objetivo específico: confirmar a identidade de quem está entrando no sistema financeiro. Durante anos, isso foi suficiente. Hoje, porém, essa lógica parece limitada diante da quantidade de dados e tecnologias disponíveis. O onboarding é um dos raros momentos em que o cliente está totalmente engajado com a instituição. Ele dedica atenção ao processo, fornece informações, concede consentimentos e demonstra interesse ativo em iniciar um relacionamento. Ainda assim, muitas empresas ...

O gargalo oculto da IA: o Brasil terá estrutura física para sustentar a próxima corrida tecnológica?

Startupi O gargalo oculto da IA: o Brasil terá estrutura física para sustentar a próxima corrida tecnológica? Assunto mais que batido e onipresente em qualquer roda de conversa sobre inovação e empreendedorismo no mundo, a inteligência artificial consolidou-se como o principal vetor de transformação económica e tecnológica da presente década global. E quando falamos no cenário corporativo e industrial brasileiro, o debate institucional migra (ou pelo menos deveria migrar) rapidamente da viabilidade teórica dos modelos generativos para a sua aplicação prática em larga escala.  No entanto, uma análise rápida para este viés aponta para uma encruzilhada crítica: o ritmo de evolução dos algoritmos e softwares de IA avança em progressão exponencial, enquanto a infraestrutura física indispensável para suportar tais tecnologias — composta por redes de telecomunicações de altíssima velocidade, centros de processamento de dados e fornecimento estável de energia — expande-se em ritmo ...

Jota levanta R$150 milhões para construir o agente financeiro do empreendedor, baseado em IA

Startupi Jota levanta R$150 milhões para construir o agente financeiro do empreendedor, baseado em IA O Jota, assistente financeiro e pessoal que funciona dentro do WhatsApp e em aplicativo próprio, captou R$ 150 milhões (US$ 30 milhões) em uma rodada Série A liderada pela Haun Ventures. A operação reúne ainda a HOF Capital e Alter Global, que acompanham a empresa desde a rodada seed, além da Greyhound Capital, e de um grupo de investidores globais que enxergam na inteligência artificial a próxima virada na forma como as pessoas trabalham, tomam decisões e cuidam do próprio dinheiro. O aporte coincide com o lançamento do Jota 2.0, a maior virada do produto desde a estreia: a passagem de um assistente que responde quando perguntado para um agente que se antecipa. Em vez de esperar o comando do cliente, o Jota 2.0 categoriza os gastos automaticamente, controla despesas, organiza as contas e produz insights proativamente. Nos primeiros testes, o engajamento foi de até cinco vezes ...

Álbum da Copa vai de passatempo à “bolsa de valores” de papel

Startupi Álbum da Copa vai de passatempo à “bolsa de valores” de papel O mercado global de colecionáveis esportivos transita por uma transformação estrutural profunda, onde o apelo nostálgico e o engajamento de massas ganham contornos de ativos financeiros de alta liquidez. No centro desse fenômeno estão os álbuns e figurinhas da Copa do Mundo FIFA, que deixaram de ser um mero passatempo infantojuvenil para se consolidarem como um negócio bilionário de escala internacional.  À medida que o torneio se aproxima, a circulação desses produtos atinge cifras impressionantes nas cadeias de distribuição oficiais, impulsionada por uma demanda que frequentemente supera as projeções de estoque tradicionais do varejo. Contudo, a dinâmica desse ecossistema revela gargalos matemáticos inerentes ao formato de pacotes aleatórios, em que o volume exponencial de cromos repetidos inviabiliza o preenchimento do álbum por vias convencionais. Sob essa ótica, o desdobramento direto disso é a ...