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Ter conselheiros independentes não significa ter um conselho independente

Startupi Ter conselheiros independentes não significa ter um conselho independente * Por Leonardo Fabris Lugoboni e William D. Carvalho Uma empresa pode ter conselheiros independentes, comitê de auditoria, controles internos e cumprir todas as regras de governança e, ainda assim, ninguém fazer a pergunta que precisava ser feita antes de uma crise. Esse é um dos problemas menos visíveis da governança corporativa. Criamos regras cada vez melhores para definir quem pode ser chamado de conselheiro independente, mas ainda sabemos pouco sobre o que acontece quando esse conselheiro precisa, de fato, exercer sua independência Ele questiona a diretoria quando as informações parecem insuficientes? Contraria o acionista que participou de sua indicação? Pede para adiar uma decisão? Registra uma divergência? Vota contra? É aí que aparece a diferença entre ter um conselheiro independente e ter independência dentro do conselho. A história corporativa recente, no Brasil e no exteri...
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Bradesco projeta era do “banco conversacional” impulsionada por ecossistemas multiagentes

Startupi Bradesco projeta era do “banco conversacional” impulsionada por ecossistemas multiagentes A evolução dos assistentes virtuaisde IA para ecossistemas de agentes autônomos em rede abre uma nova etapa para o uso da Inteligência Artificial no setor financeiro, ampliando a capacidade de execução da tecnologia e as possibilidades de personalização da experiência dos clientes.O tema esteve entre as discussões do primeiro dia da FebrabanTech 2026, nesta segunda-feira (24), em painel que contou com a participação do Bradesco para debater os impactos dessa transformação na produtividade e na relaçãocom o cliente. Representando o banco, Rafael Cavalcanti, Chief Data Analytics Officer (CDAO) do Bradesco, destacou que uma das principais transformações dessa nova fase da Inteligência Artificial (IA) é o avanço em direção ao conceito de “banco conversacional”. A proposta é ampliar a capacidade de compreender o contexto de cada interação e personalizar as jornadas dos diferentes públi...

O que significa para a economia brasileira o excesso de energia que fez o ONS desligar o sistema pela segunda vez em 2026

Startupi O que significa para a economia brasileira o excesso de energia que fez o ONS desligar o sistema pela segunda vez em 2026 Leitura do sintoma e contexto técnico O  Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)  ativou, pela segunda vez em 2026, o plano de emergência para cortar a geração em função da sobreoferta no sistema elétrico nacional. De acordo com a estratégia que foi divulgada, a medida será aplicada entre 11h e 13h30 no domingo, e irá apenas afetar as distribuidoras, sem atingir o consumidor final, tudo isso para garantir a segurança do sistema, já que se espera uma redução no consumo durante o fim de semana. O plano, como linha de ação, limita a criação de usinas Tipo 3, pequenas centrais hidrelétricas, biomassa e menores empreendimentos eólicos e solares, ao passo que o ONS implementou medidas adicionais para controlar a diminuição da geração em sua esfera de atuação. Antecedentes históricos e previsões de operação No dia 7 de junho, duran...

Nova era nos investimentos? Saiba como as ações tokenizadas vão mudar o mercado de capitais no mundo

Startupi Nova era nos investimentos? Saiba como as ações tokenizadas vão mudar o mercado de capitais no mundo A Aurex, fintech AI-first especializada em câmbio corporativo, anuncia sua participação em uma operação estruturada de investimento na Anthropic, empresa norte-americana de inteligência artificial avaliada entre as mais valiosas do mundo no setor de tecnologia. O acordo , com capacidade total de até R$25 milhões (US$ 5 milhões), se enquadra na categoria de RWAs (Real World Assets), que consiste na digitalização ou tokenização de ativos tradicionais, como participações em empresas privadas. “Este deal reforça nossa tese que uma infraestrutura moderna, construída sobre stablecoins e inteligência artificial, pode destravar o acesso de investidores qualificados a oportunidades globais antes concentradas nas mãos de grandes instituições ”, afirma Felipe Sabino, CEO e cofundador da Aurex. Historicamente, o mercado de capitais sempre foi restrito e fechado, e a token...

O ‘venture capital’ sob a lente da ciência

Startupi O ‘venture capital’ sob a lente da ciência O que não te dizem antes de criar o pitch Para a maioria dos empreendedores de startups no Brasil, o relacionamento com o venture capital se assemelha a uma caixa-preta: é sabido que o capital está lá, que alguns conseguem acessar e outros não, mas os verdadeiros critérios raramente são esclarecidos de forma transparente.  Não é surpresa que empreendedores passem semanas aperfeiçoando apresentações e reestruturando narrativas, sem abordar a questão principal: a falta de compreensão sobre como um fundo de VC é organizado, o que é necessário que o investidor forneça e, em razão disso, por que ele rejeita a maioria das propostas.  Para ajudar no entendimento desse setor fundamental para startups, Omri Drory , um doutor que também atua como sócio de fundo de investimento, divulgou um estudo sobre uma visão científica do venture capital .  Em seu trabalho, ele destila essa lógica de maneira incomum, parti...

Os desafios de infraestrutura para sustentar a revolução da IA

Startupi Os desafios de infraestrutura para sustentar a revolução da IA * Por Flávio Guimarães Muito se fala sobre inteligência artificial como uma revolução de software e dados, mas menos se fala sobre o que torna tudo isso possível na prática: a infraestrutura física que conecta, transporta e processa os dados em escala global. Porém essa camada invisível, feita de fibras ópticas, data centers, chips e redes de energia, é o verdadeiro gargalo da revolução da IA. A inteligência artificial é, em sua essência, uma equação de dados e conectividade: pessoas e empresas geram volumes crescentes de informação, enquanto aplicações em saúde, finanças, e indústria querem consumir esses dados para gerar valor. Para que essa equação funcione, os dados precisam se mover com velocidade, baixa latência e confiabilidade e é aí que a infraestrutura entra como protagonista. O primeiro grande desafio é a energia. Data centers consomem quantidades massivas de eletricidade, para processame...

Florianópolis recebe Startup Summit com IA em destaque, conexões de alto nível e o empurrão que o ecossistema precisa

Startupi Florianópolis recebe Startup Summit com IA em destaque, conexões de alto nível e o empurrão que o ecossistema precisa Florianópolis se reafirma como centro de inovação com o Startup Summit 2026 , que ocorre de 26 a 28 de agosto, no CentroSul. A proposta da edição está muito bem alinhada ao momento que vive o empreendedorismo no Brasil: conteúdo que se coloca em ação, conversa direta com quem coloca grana no jogo e, principalmente, trilhas temáticas que conectam tecnologias a problemas reais. O que se espera, de forma simples (mas ambiciosa), é acelerar o crescimento de startups e aumentar a capacidade das empresas de inovar com um foco no impacto. Já estão confirmados mais de 170 palestrantes na programação, entre os quais alguns se destacam não apenas pelo prestígio, mas também pela sua experiência em inovação e mercado. Uri Levine (Waze), Luiza Trajano (do Conselho de Administração do Magazine Luiza), Miguel Nicolelis e Konrad Dantas (KondZilla) são alguns dos nomes...