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IA sem governança é produtividade com prazo de validade

Startupi IA sem governança é produtividade com prazo de validade * Por Leandro Akio A corrida pela inteligência artificial nas empresas já não gira em torno da adoção da tecnologia. O debate mudou de lugar. A questão agora é como incorporar sistemas cada vez mais autônomos sem comprometer qualidade, segurança e confiabilidade. Em engenharia de software, essa discussão se tornou urgente porque a velocidade promovida pela IA é real. O problema é que acelerar processos não significa necessariamente produzir melhores resultados. Sem critérios claros de governança, o ganho de produtividade pode se transformar rapidamente em uma nova fonte de risco operacional. Segundo a MIT Sloan Management Review, 39% das empresas já utilizam inteligência artificial em produção em escala, ante 24% no ano anterior e menos de 5% há apenas dois anos. A velocidade dessa evolução mostra que a IA deixou de ser uma iniciativa experimental para se tornar parte da infraestrutura de negócios. Ao mesmo te...
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Como a ‘Unicorns Mafia’ está criando a próxima geração de startups no Brasil

Startupi Como a ‘Unicorns Mafia’ está criando a próxima geração de startups no Brasil Assim como a “PayPal Mafia” — o grupo de ex-funcionários do PayPal que fundou empresas como Tesla, LinkedIn e YouTube — deu forma ao Vale do Silício, a América Latina está vivendo seu próprio momento de transbordamento empreendedor. Unicórnios como Rappi, Mercado Libre, Nubank, Clip e Kavak estão se transformando em verdadeiras “universidades” para a nova geração de startups da região. No Brasil, esse movimento já produz frutos e promete acelerar o ecossistema de inovação como nunca antes. Mas o que explica esse fenômeno, e por que ele importa para o futuro dos negócios por aqui? A ideia de que grandes empresas geram novas empresas não é nova. No início dos anos 2000, os ex-funcionários do PayPal se tornaram uma força empreendedora descomunal. Agora, a América Latina repete o feito. O fenômeno é tão evidente que já tem até nome: o “Efeito Rappi”. A startup co...

O Brasil é realmente soberano?

Startupi O Brasil é realmente soberano? Sempre que falamos em soberania nacional, pensamos em território, instituições, leis e autonomia para tomar decisões. Tudo isso continua essencial. Mas existe uma dimensão que ganhou importância estratégica no século XXI e que é a soberania tecnológica. Se amanhã as principais empresas de tecnologia do mundo interrompessem seus serviços no Brasil, quanto tempo nossa economia continuaria funcionando normalmente? A resposta provavelmente seria: não por muito tempo. Não se trata de defender isolamento econômico, protecionismo ou produzir tudo dentro de casa. Nenhum país faz isso. A economia digital é global, baseada em cadeias de suprimentos distribuídas , especialização produtiva e intensa colaboração internacional. Qual é o grau de dependência que um país pode ter de tecnologias desenvolvidas por outros sem comprometer sua capacidade de decidir, inovar e continuar funcionando? Quando olhamos para o Brasil, percebemos que um...

Por que a nova era das startups está excluindo os jovens talentos?

Startupi Por que a nova era das startups está excluindo os jovens talentos? O mercado de capital de risco opera uma mudança estrutural silenciosa sob o pretexto da eficiência tecnológica. A ascensão das startups focadas em inteligência artificial e equity concentrado tem provocado um enxugamento drástico nas estruturas de contratação, limitando o acesso a participações societárias. E o modelo que historicamente funcionava como um motor de democratização e enriquecimento para profissionais em início de carreira deu lugar a estruturas corporativas compactas, centralizadas e excludentes. Os dados recentes do setor expõem o tamanho desse abismo geracional na distribuição de incentivos. A anatomia de uma mudança forçada pelo capital Uma análise global conduzida pela consultoria Altshare revela que a parcela de concessões de ações destinada a profissionais com menos de 30 anos desabou de 8% para apenas 3% nos últimos anos. Esse fenômeno é impulsionado por rodadas em que com...

Username do WhatsApp: disputa pelos melhores nomes repete corrida pelos domínios “.com” e pelos @ do Instagram

Startupi Username do WhatsApp: disputa pelos melhores nomes repete corrida pelos domínios “.com” e pelos @ do Instagram Durante mais de 15 anos, bastava ter um número de telefone para encontrar praticamente qualquer pessoa no WhatsApp, mas essa lógica começa a mudar. Depois de meses de testes, a Meta iniciou a implementação gradual dos @usernames, sistema que permitirá que as pessoas sejam encontradas por um nome de usuário, sem precisar compartilhar o número de celular. Atualmente, para iniciar uma conversa, é necessário conhecer o número de telefone do contato. Com a mudança, o WhatsApp deixa de ter o número de telefone como principal “endereço” de uma conta e começa a adotar um modelo semelhante ao das principais plataformas digitais. “Com os usernames, o usuário poderá compartilhar apenas um identificador exclusivo. O telefone continuará existindo para cadastro da conta, mas deixará de ser a principal informação pública”, explica Guilherme Rocha, ...

IA agêntica e o fim dos apps: o novo grande choque de ordem para as startups

Startupi IA agêntica e o fim dos apps: o novo grande choque de ordem para as startups A indústria global de smartphones enfrenta a sua pior desaceleração histórica. A falta de inovações realmente transformadoras fez o consumidor segurar a troca de aparelho por mais tempo, criando um cenário duro para fabricantes e investidores. Mas é no olho do furacão que a China resolveu redesenhar a arquitetura da economia mobile. Na última Conferência Mundial de Inteligência Artificial em Xangai, a estatal chinesa ZTE apresentou o **NaviX Ultra**, anunciado como o primeiro smartphone com **IA agêntica nativa** do mundo. Em paralelo, a gigante ByteDance (dona do TikTok) entra na jogada integrando de fábrica seu assistente de linguagem, o **Doubao**. Para quem empreende no ecossistema de tecnologia, o recado é claro: **estamos prestes a assistir à morte do modelo tradicional de aplicativos.** O que muda do “App-Centric” para o “Agent-Centric”? Até hoje, a ex...

Hiperpersonalização e agentes de IA: bancos precisam gerar valor, e não apenas ofertas

Startupi Hiperpersonalização e agentes de IA: bancos precisam gerar valor, e não apenas ofertas * Por Maurício Alarcon Durante anos, os bancos investiram bilhões para digitalizar suas operações. Aplicativos substituíram agências, processos migraram para o ambiente online e novos canais ampliaram o acesso aos serviços financeiros. Essa transformação trouxe ganhos importantes de eficiência, mas também tornou mais fácil para o cliente trocar de instituição, já que uma pessoa pode concentrar investimentos em um banco, utilizar o cartão de crédito de outro, contratar crédito em uma fintech e realizar pagamentos por diferentes plataformas. Isso significa que para conquistar espaço na rotina dos clientes, os bancos precisam entregar experiências personalizadas. O consumidor atual espera que sua instituição financeira compreenda seu contexto, antecipe necessidades e ofereça recomendações que façam sentido para sua realidade. Por exemplo, uma empresa em processo de expansão possui d...