Startupi O efeito borboleta da saúde Em Freakonomics , Steven Levitt e Stephen Dubner popularizaram uma ideia incômoda: os efeitos mais dramáticos costumam ter causas distantes, quase invisíveis, e a história interessante nunca é a de primeira ordem. O exemplo que os tornou famosos foi a hipótese de que a legalização do aborto nos Estados Unidos, nos anos 1970, teria ajudado a derrubar a criminalidade duas décadas depois. Não é preciso concordar com a tese para captar o método: siga os incentivos, ignore o efeito óbvio e vá atrás do terceiro elo da cadeia. É lá que mora o valor, e o risco. Aplique esse método às canetas emagrecedoras e o efeito de primeira ordem é entediante: as pessoas perdem peso. A parte fascinante, a que reorganiza mercados, é o que acontece três elos adiante. Um infográfico que circula pelo setor tenta resumir o “efeito Mounjaro” no Brasil com números de arrepiar: queda de 70% em snack s e doces, 50% em bebidas açucaradas, 55% de...
Startupi Uma startup de “droides” de software vale agora US$ 5 bilhões Enquanto muitas empresas ainda se questionam sobre a utilização de assistentes de código por desenvolvedores, uma parcela crescente do capital de risco mundial já tomou uma posição clara e estabeleceu um valor para isso. A Factory, uma startup que atua com agentes autônomos de engenharia de software, acabou de triplicar sua avaliação, que agora é de US$ 5 bilhões, após levantar US$ 200 milhões em uma nova rodada de investimentos. O aumento, em menos de um ano desde a última avaliação, indica que o mercado não considera mais a automação do desenvolvimento como um teste e a está valorizando como uma infraestrutura essencial. A questão para CTOs e fundadores evoluiu de “vale a pena testar?” para “quanto custa chegar atrasado?”. Do copiloto ao “droide”: a aposta que o mercado comprou A Factory, que teve sua origem em San Francisco, desenvolveu sua proposta com b...