Pular para o conteúdo principal

Após aporte de US$ 75 milhões e de olho nas empresas logísticas e startups, GoodStorage lança novos módulos de armazenamento

Startupi

Após aporte de US$ 75 milhões e de olho nas empresas logísticas e startups, GoodStorage lança novos módulos de armazenamento

A GoodStorage, marca que atua em São Paulo e visa tornar os espaços urbanos mais eficientes e inteligentes, acaba de lançar os galpões flexíveis, uma ampliação do modelo de self storage que foca em empresas de grande, médio e pequeno porte. A empresa, que marcou o mercado com seus boxes a partir de 1m² para pessoas Físicas ou Jurídicas, inaugurou, na Lapa um espaço para que empresas possam personalizar o tamanho de seu box, de acordo com suas necessidades e demandas.

Para atender esse público, a empresa investiu na construção de 33 novos módulos, de 100m² a 1.000m², em um espaço com mais de 5 mil m², sem paredes fixas, o que permite que os clientes possam unificar ou separar seus locais de armazenamento de forma rápida.

De acordo com Thiago Cordeiro, CEO da GoodStorage, o novo modelo foca especialmente em negócios como e-commerces, que precisam personalizar o tamanho de seus estoques de acordo com demanda e sazonalidade. “O modelo flexível é o meio do caminho entre os nossos Parks e os Selfstorages. É uma oportunidade de mercado que estamos abraçando”, conta.

Com a nova aposta em espaços empresariais, a GoodStorage pretende crescer 50% até 2023. E o mercado é promissor: segundo dados da Mordor Intelligence, o mercado valia US$ 48 bilhões em 2020 e a expectativa é que alcance US$ 64 bilhões em 2026. Seguindo essa expansão, a GoodStorage espera abrir mais de 100 mil m² distribuídos em 7 novas unidades até o final de 2023.

As áreas que a empresa seleciona para sua expansão são definidas por sua estratégia de ser o principal parceiro de logística para os negócios atuantes em São Paulo. Assim, os espaços da GoodStorage apoiam e-commerces e varejistas com o last mile, fazendo com que as entregas em qualquer ponto da cidade sejam mais rápidas e com menos emissão de carbono.

Expansão da GoodStorage

“Queremos transformar São Paulo em uma cidade inteligente. Com a distribuição estratégica das nossas unidades, conectamos os centros urbanos, diminuímos distâncias e as emissões de gás carbônico do ar. Queremos colaborar para que São Paulo prospere”, conta Thiago.

A expansão da GoodStorage vem após um aporte de US$ 75 milhões na terceira rodada de investimentos liderada pela gestora de private equity Evergreen Investment Advisors. A Evergreen administra um fundo global e investe em empresas imobiliárias privadas com perspectivas de rendimentos atraentes de longo prazo nos Estados Unidos, Europa, Ásia, Austrália e América do Sul, e é sócia da GoodStorage desde 2013.

“É uma evolução de algo que já vínhamos fazendo. Enquanto nos Estados Unidos, o self storage é usado quase exclusivamente por pessoa física, no Brasil é comum a procura por empreendedores e empresas de diversos tamanhos, que usam os boxes como estoque e no apoio para a organização de pedidos e remessas. O que fizemos foi maximizar esse potencial, criando condições para que algumas das maiores empresas do país possam ser tão bem atendidas quanto os empreendedores. Nossa vantagem é que, por sermos administradores imobiliários profissionais, oferecemos espaços funcionais e bem geridos para que os locatários não precisem se preocupar com nada além do próprio negócio”, finaliza Thiago.

Para saber mais, clique aqui.

O post Após aporte de US$ 75 milhões e de olho nas empresas logísticas e startups, GoodStorage lança novos módulos de armazenamento aparece primeiro em Startupi e foi escrito por Marystela Barbosa



Continue Lendo: Startupi / https://startupi.com.br/goodstorage-lanca-novos-modulos/

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A tokenização das finanças representa avanço na digitalização de ativos financeiros

Startupi A tokenização das finanças representa avanço na digitalização de ativos financeiros *Por João Fraga Primeiro, precisamos esclarecer que o Drex não veio para substituir o Pix. Pelo contrário, o Drex é uma moeda digital que faz parte da família deste. Conforme a leitura dos marketeiros do Banco Central, o “x” sinaliza um futuro que está associado à tecnologia, cujo acrônimo significa Digital Real Eletronic X. Este não é um meio de pagamento. E, sim, uma plataforma por meio da qual se realizam operações em grande escala como a aquisição de automóveis e a compra e venda de imóveis.  Ele é o real em sua forma digitalizada. Por este meio, mantém-se toda a confiabilidade e estabilidade da moeda. Entretanto, nesta versão digital, não existe uma cédula impressa. Esta é a própria moeda disponível em uma plataforma eletrônica, que vai ser controlada pelo Banco Central. As informações referentes ao dinheiro não ficam em um único computador, mas em uma rede que disponibi...

SAP adquire SmartRecruiters

Startupi SAP adquire SmartRecruiters A SAP anunciou a aquisição da SmartRecruiters , fornecedora global de software para aquisição de talentos, como parte de sua estratégia para fortalecer o portfólio de soluções SuccessFactors, voltadas à gestão de capital humano (HCM). A transação, prevista para ser concluída no quarto trimestre de 2025, ainda depende das aprovações regulatórias. Os termos financeiros do acordo não foram divulgados. Com mais de 4 mil clientes globais, a adquirida se destaca por sua atuação em recrutamento de alto volume, automação de processos seletivos e uso de inteligência artificial para engajamento de candidatos. A plataforma SaaS da empresa continuará disponível de forma independente por um período após a aquisição. Segundo Muhammad Alam, membro do Conselho Executivo da SAP SE , a aquisição permitirá à empresa integrar todo o ciclo de vida do candidato. “Contratar as pessoas certas não é apenas uma prioridade de RH – é uma prioridade de negócios. Com esta...

IA e utilities: uma parceria estratégica para o Brasil

Startupi IA e utilities: uma parceria estratégica para o Brasil *Por Julianna Rojas As indústrias de Utilities, responsáveis por fornecer serviços públicos essenciais como energia, gás, água, saneamento básico, telecomunicações, transporte público, sistemas de envios e entregas e coleta de lixo, estão no epicentro de uma revolução tecnológica que promete transformar a forma como esses serviços são prestados no Brasil. A integração das redes de Tecnologia da Operação (TO) com Tecnologia da Informação (TI) é um tema central nesse contexto, impulsionado pela necessidade de maior controle, otimização de custos e eficiência operacional. A interconexão entre TO e TI permite uma gestão mais inteligente dos ativos, otimizando processos operacionais e promovendo a automação. Entretanto, para implementar essa integração de forma bem-sucedida, é necessário conhecimento especializado e uma infraestrutura tecnológica robusta. Entre os principais desafios ...