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Mostrando postagens de maio, 2026

Constr Up recebe aporte da Vellore Ventures e amplia uso de IA no varejo da construção

Startupi Constr Up recebe aporte da Vellore Ventures e amplia uso de IA no varejo da construção A startup Constr Up anunciou sua entrada no portfólio da Vellore Ventures e prevê receber um aporte de R$ 5 milhões nos próximos meses. A empresa atua na digitalização de lojas de materiais de construção e utiliza inteligência artificial para automatizar atendimento, gestão de produtos e acompanhamento de vendas no varejo do setor. Segundo a companhia, os recursos serão destinados à expansão da operação e ao desenvolvimento de novas funcionalidades voltadas ao varejo da construção civil. A startup também projeta triplicar o faturamento até o fim de 2027. “A Constr Up entra no portfólio da Vellore para resolver uma das maiores dores do varejo matcon: ajudar o varejista a gerar resultados reais a partir do marketing e da presença digital. A parceria com a Belenus no modelo de co-build reforça a sua relevância e a capacidade de gerar impacto diretamente no ecossistema”, afirma Gust...

Da experiência ao método: por que conexões intencionais podem definir quem cresce ou não

Startupi Da experiência ao método: por que conexões intencionais podem definir quem cresce ou não * Por Anderson Diehl Como empreendedor, investidor-anjo e conselheiro  de empresas, tive a oportunidade de acompanhar de perto o crescimento (e também o fracasso) de diversoss negócios. Ao longo desse caminho, uma coisa ficou evidente para mim: decisões importantes raramente acontecem de forma isolada. Rodadas de investimento, parcerias estratégicas, contratações-chave e até mudanças de fato surgem, na maioria das vezes, a partir de conexões bem construídas. A tecnologia facilita o acesso a novas conexões. Redes sociais estão aí para mostrar como nunca foi tão fácil se conectar com alguém e começar uma conversa. A questão é que facilidade de acesso não significa qualidade de conexão. Expandir sua rede de LinkedIn não se traduz automaticamente em relações relevantes. Com o avanço da inteligência artificial, o conhecimento técnico que costumava ser visto como o diferencia...

Justiça condena 99Food por concorrência desleal contra o iFood

Startupi Justiça condena 99Food por concorrência desleal contra o iFood A 1ª Vara Empresarial e de Conflitos de Arbitragem do Foro Central Cível de São Paulo proferiu sentença reconhecendo que duas campanhas publicitárias veiculadas pela 99Food configuraram publicidade comparativa ilícita, concorrência desleal contra o iFood e extrapolam os limites legais da publicidade comparativa. A decisão judicial determinou que a 99Food está proibida de veicular quaisquer peças publicitárias que ataquem o iFood ou que usem dados de forma desonesta para fazer comparações, além de condenar a empresa ao pagamento de indenização por danos morais e materiais. O valor da indenização foi fixado em R$ 50 mil. Segundo a decisão, as peças não apresentavam comparações objetivas, verificáveis ou baseadas em parâmetros equivalentes, além de utilizarem referências e elementos diretamente associados à marca iFood com caráter depreciativo. A decisão vai além da disputa entre empresas e reconhece q...

A próxima disputa corporativa não será por IA, mas por quem consegue governá-la

Startupi A próxima disputa corporativa não será por IA, mas por quem consegue governá-la A discussão sobre inteligência artificial nas empresas entrou em uma nova etapa. Depois da adoção inicial de ferramentas generativas voltadas para produtividade e automação de tarefas, organizações começam a discutir como estruturar operações capazes de tomar decisões em tempo real, com supervisão humana e governança contínua. Esse modelo foi definido pela NTT DATA como “autonomia orquestrada por humanos” durante um bate-papo com jornalistas realizado no CUBO nesta semana. Segundo os materiais apresentados pela companhia, o conceito parte da ideia de que a IA deixa de apenas automatizar processos específicos e passa a atuar em redes de decisão empresariais, aprendendo e executando ações em escala, mas dentro de limites definidos por pessoas. O modelo prevê definição humana de metas e regras, supervisão proporcional ao risco e mecanismos permanentes de rastreabilidade e reversão das decisõe...

AMD e OpenAI anunciam protocolo de rede para clusters de IA em larga escala

Startupi AMD e OpenAI anunciam protocolo de rede para clusters de IA em larga escala A AMD anunciou uma colaboração com a OpenAI, além de Broadcom, Intel e Microsoft, para o desenvolvimento do protocolo MRC (Multi-Path Reliable Connection), voltado à comunicação de dados em clusters de inteligência artificial de larga escala. Segundo a empresa, a proposta é aumentar a eficiência e a resiliência das redes utilizadas no treinamento de modelos de IA. De acordo com a AMD, o protocolo foi projetado para melhorar o gerenciamento de congestionamento, acelerar a recuperação de falhas e manter a sincronização entre GPUs em ambientes de computação distribuída. A companhia afirma que o MRC foi desenvolvido para operar em infraestruturas com interfaces de rede de até 800 Gb/s. No comunicado, a AMD informa que o protocolo já foi implementado em supercomputadores utilizados pela OpenAI, incluindo ambientes operados em parceria com a Oracle Cloud Infrastructure (OCI) e a Microsoft. A emp...

Empreender na era da Inteligência Aplicada

Startupi Empreender na era da Inteligência Aplicada Por muito tempo, inovação foi tratada como algo distante, uma promessa futura reservada às grandes empresas ou às startups do Vale do Silício. Mas o que o SXSW 2026 deixou claro é que a transformação já não está chegando. Para quem empreende, essa é talvez a mudança mais importante da década: tecnologia deixou de ser suporte e passou a ser estratégia. A inteligência artificial, automação, análise de dados, agentes digitais, computação em nuvem e ferramentas generativas não são mais “tendências”. São tecnologias disponíveis hoje, e acessíveis. A pergunta deixou de ser “quando usar?” e passou a ser “como usar melhor?” Tecnologia não é mais diferencial. É infraestrutura. Um dos grandes aprendizados discutidos no SXSW desse ano, foi a ideia de que IA não deve ser tratada como ferramenta isolada, mas como camada estrutural dos negócios. Isso muda tudo para o empreendedor. Antes, digitalizar significava ter ...

HR Leaders Summit chega à sua terceira edição e recebe nomes de peso; confira

Startupi HR Leaders Summit chega à sua terceira edição e recebe nomes de peso; confira A B2B Match, mais exclusiva e impactante comunidade de CEOs e C-levels do país, anuncia a terceira edição do HR Leaders Summit, encontro de alto impacto para até 100 CHROs, VPs e diretores de recursos humanos e gestão de pessoas de grandes empresas. Para isso, a equipe da B2B Match realizou uma curadoria exclusiva e terá no palco nomes como Silvana Machado (Bradesco), Rafael Arroyo (Amazon), Suzie Clavery (TotalPass), Dilma Campos (Nossa Praia), Patrícia Araujo (Mercado Livre) e Carolina Ferreira (Alelo), Gabriele Carlos (Zeiss), Flavia Camanho (Flux Institute), Rogério Chér (Devello / Winx), Leo Farah (Humus e SaveUs), entre outros grandes profissionais. “Em uma era marcada pela ascensão de novas tecnologias e pela redefinição de competências profissionais, a terceira edição do HR Leaders Summit chega para discutirmos as tecnologias, estratégias e tendências que estão redefinindo o futur...

Diversidade regional no backoffice: por que os desafios são plurais no Brasil?

Startupi Diversidade regional no backoffice: por que os desafios são plurais no Brasil? * Por   Isis Abbud A transformação digital no backoffice brasileiro ainda é tratada como se o país fosse homogêneo, e esse é um erro estratégico que pode até não aparecer nos planejamentos, mas com certeza aparece no fechamento do mês. Na prática, operamos vários “Brasis” simultaneamente. E quem insiste em padronizar tudo como se São Paulo, Manaus e o interior do Nordeste tivessem o mesmo chão operacional está, sem perceber, tratando diferenças reais como exceção, aumenta o risco de falhas. A desigualdade regional não é apenas social. Ela é operacional. Ela mora no detalhe: no fornecedor que emite documento em padrões diferentes, na prefeitura cujo serviço oscila, na conectividade que cai, no time que não consegue manter um rito de aprovação porque a rotina vira uma guerra. O Brasil avançou muito em digitalização, mas a infraestrutura e a maturidade seguem assimétricas. O próprio IBGE mo...

O capital de risco que ainda ignora mulheres

Startupi O capital de risco que ainda ignora mulheres * Por Itali Colini Como líder de fundo de investimentos, sempre recebo convites para falar sobre mulheres, liderança e inovação. E sempre que isso acontece, me vejo repetindo os mesmos dados como se estivéssemos presos em um looping de conscientização básica, incapazes de avançar para a etapa seguinte: a responsabilização. Eu não aguento mais falar da diferença brutal de investimento em empresas lideradas por mulheres. Nos últimos 15 anos, mulheres receberam algo entre 1,7% e 2,7% do capital de risco anual, em linha com estudos que apontam uma média de apenas 2,4% de VC para times exclusivamente femininos nas últimas três décadas. Sim, o patamar de investimento em times com apenas fundadoras não mudou nesse tempo todo. Segundo artigo publicado na Harvard Kennedy School, empresas de capital de risco com 10% mais mulheres dentre as sócias fazem investimentos mais bem-sucedidos em suas empresas investidas e registram sa...