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Mostrando postagens de junho, 2026

Da fermentação ao mercado global: Typcal aposta em crescimento industrial e rodada Série A em 2026

Startupi Da fermentação ao mercado global: Typcal aposta em crescimento industrial e rodada Série A em 2026 Depois de um ano com olhar voltado para a consolidação de sua operação, a Typcal, primeira foodtech da América Latina a trabalhar com fermentação de micélios, inicia 2026 com metas ambiciosas de crescimento, escala produtiva e expansão internacional. A foodtech brasileira, que desenvolve ingredientes proteicos e ricos em fibras à base de micélio por meio de fermentação, projeta vender 100% da produção de sua fábrica ao longo deste ano, alcançar um faturamento anual de R$ 5 milhões e estruturar uma rodada Série A para sustentar seu plano de expansão. Segundo Paulo Ibri, CEO da Typcal, o próximo ciclo será dedicado ao ganho de escala e à consolidação do modelo de negócio. “A tecnologia está validada e o mercado responde positivamente. Nosso foco agora é operar em escala industrial, com previsibilidade e eficiência, para nos posicionarmos como o player de micélio mais compet...

Startup criada por brasileiros capta mais de R$ 10 milhões para expandir modelo de minimercados autônomos nos Estados Unidos

Startupi Startup criada por brasileiros capta mais de R$ 10 milhões para expandir modelo de minimercados autônomos nos Estados Unidos O The SmAll Market, startup fundada pelos brasileiros Lucas Ceschin e Rodolpho Damasco, anunciou a captação de mais de R$ 10 milhões para acelerar sua expansão nos Estados Unidos. A empresa iniciou as operações em Miami, na Flórida, com um modelo de minimercados autônomos instalados em condomínios residenciais. A rodada pré-seed foi de US$ 2 milhões e contou com a participação de investidores ligados aos setores de varejo e tecnologia, entre eles Trevor Hayes, ex-CEO do Subway; Leandro Balbinot, CTO do Whole Foods e vice-presidente de Operações da Amazon; e Jardel Cardoso, fundador da Billor e ex-CEO da CrediPago. Segundo Lucas Ceschin, cofundador do The SmAll Market, a proposta da empresa é levar aos Estados Unidos um modelo já adotado em outros mercados. “A proposta é clara: transformar espaços residenciais em pontos de conveniência acessív...

O pulo do gato elétrico não está na bateria, mas no silício

Startupi O pulo do gato elétrico não está na bateria, mas no silício A BYD sacudiu o mercado mundial ao revelar o Xuanji A3, o primeiro chip de 4nm da China, e equipar seu hatch de US$ 10 mil com sensores LiDAR . O avanço prova que o empreendedorismo no setor de veículos elétricos (EVs) migrou da autonomia física das baterias para a eficiência computacional nativa. Há três motivos fundamentais para os empresários acompanharem essa virada. Primeiro, a janela de oportunidade : se fabricar o hardware é utopia no Brasil, criar soluções e serviços inteligentes sobre essa infraestrutura de ponta é onde mora o valor real. Segundo, a democratização tecnológica . Ao embutir sensores a laser em modelos populares, as gigantes asiáticas fixam um novo patamar mínimo de exigência. Qualquer startup de mobilidade que ignore esse padrão nascerá obsoleta. Terceiro, a dependência estratégica . Quem dita os nanômetros controla a inteligência das vias urbanas. Entender esses limites tecnol...

Menos dias, mesma tração: como proteger seu caixa e evitar o turnover na nova escala de trabalho

Startupi Menos dias, mesma tração: como proteger seu caixa e evitar o turnover na nova escala de trabalho Se para um diretor da multinacional a mudança da escala de trabalho representa uma planilha de riscos e readequação de compliance, para o empreendedor que está na trincheira ela é uma questão de sobrevivência diária. Operar um negócio em fase de tração com capital limitado significa que cada hora de trabalho conta diretamente para a entrega do produto ou o atendimento do cliente. O grande receio de quem comanda startups, assim como PMEs, é que a redução de dias trabalhados aumente o burn rate (velocidade de queima de caixa) devido à necessidade teórica de inflar o time para manter as portas abertas. No entanto, temos que ser sinceros: o atual arranjo da escala de trabalho no Brasil está saturado. O cansaço crônico do time gera um ciclo destrutivo de turnover (rotatividade de pessoal), erros operacionais que comprometem a experiência do cliente e gargalos de produtividade....