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Mostrando postagens de setembro, 2026

Bradesco Seguros e Segura adotam inteligência artificial para escalar suporte a 1.200 corretores

Startupi Bradesco Seguros e Segura adotam inteligência artificial para escalar suporte a 1.200 corretores A Bradesco Seguros, em parceria com a startup Segura, lançou o Conecta, um modelo de atendimento que combina inteligência artificial e especialistas humanos para prestar suporte operacional e comercial a mais de 1.200 corretores parceiros. A iniciativa, que opera de forma integrada ao WhatsApp, busca mitigar gargalos da rotina de vendas do setor. Conforme levantamento realizado pela própria Segura com mais de 2.700 corretores, mais de 75% dos entrevistados apontaram o suporte comercial e operacional junto às seguradoras como a principal dificuldade do dia a dia, superando fatores como preço e portfólio de produtos. A operação do Conecta utiliza a assistente de inteligência artificial Helena para interpretar demandas e responder a dúvidas sobre produtos, coberturas, vistorias e emissão. Nos casos de maior complexidade, a solicitação é direcionada à equipe de especialistas hu...

O Dia 0 da startup: a importância do MOU

Startupi O Dia 0 da startup: a importância do MOU Quase toda história de startup começa pela ideia, pelo problema a resolver ou pelo MVP. Antes do produto,  dos clientes e do crescimento, porém, há uma etapa menos visível e igualmente decisiva, quando os  fundadores transformam entusiasmo em compromissos concretos.  Esse é o Dia 0 da startup. Ainda antes do CNPJ, convém decidir sobre tempo, dinheiro, propriedade  intelectual, governança e participação. Um acordo preliminar ou Memorando de Entendimentos (ou MOU,  na sigla em inglês) pode organizar esse estágio. Sua função não é prever tudo o que acontecerá, mas  explicitar as premissas da parceria e definir como determinadas decisões serão tomadas.  A primeira conversa diz respeito ao próprio projeto. O que os fundadores pretendem construir? Qual  solução será validada? O que indicará que a tese merece avançar? E se o rumo escolhido for errado? Mudar  de direção faz parte da vida d...

O que a revolta contra ‘data centers’ nos EUA ensina ao ecossistema de inovação brasileiro

Startupi O que a revolta contra ‘data centers’ nos EUA ensina ao ecossistema de inovação brasileiro A crescente rejeição popular à construção de data centers nos Estados Unidos — que já ultrapassa 70% de oposição em todos os setores da sociedade — não se trata de um barulho temporário ou de uma histeria regional. É um termômetro mundial que indica a forma como as sociedades democráticas estão respondendo à imposição vertical de modelos tecnológicos que prometem avanço, mas que, na prática, geram custos concentrados e benefícios dispersos. Para o empresário brasileiro, isso é um alerta que não pode ser ignorado: a confiança do consumidor não é um ativo permanente, e a ausência de comunicação pode converter até o projeto mais promissor em alvo de oposição estruturada. Em um país como o Brasil, onde a infraestrutura digital é ainda rudimentar e a regulação em torno da inteligência artificial começa a se delinear, o movimento “anti-data centers” nos dá a lição de que a transpar...