Pular para o conteúdo principal

Glasslake, a nova identidade da Luzid

Startupi

Glasslake, a nova identidade da Luzid

A empresa de tecnologia Luzid, especializada na aceleração da transformação de ecossistemas SAP por meio de agentes de inteligência artificial, anunciou a alteração de seu nome comercial para Glasslake. A mudança de marca, estruturada ao longo dos últimos sete meses, marca uma nova fase no posicionamento da companhia, originalmente fundada no Vale do Silício como startup, para se consolidar como uma tech enterprise de alcance global.

De acordo com a organização, a nova denominação remete à imagem de um lago cristalino, simbolizando abrangência, profundidade e transparência na gestão de sistemas de gestão empresarial (ERPs). “Essa combinação de escala, visibilidade e clareza representa a perspectiva que queremos oferecer às organizações diante da complexidade do ecossistema SAP”, pontua Matheus Dias, COO e cofundador da empresa. A plataforma atua de forma integrada ao longo do ciclo de vida das transformações tecnológicas, conectando etapas como análise de escopo, mitigação de riscos, testes, documentação e rastreabilidade entre decisões e requisitos.

A reformulação visual e conceitual adota a assinatura “Make Intelligence Visible” e a mensagem “Entrepreneurial ambition. Enterprise experience.”, buscando unir inovação contínua à estrutura exigida por grandes corporações. Segundo a empresa, o projeto reuniu a equipe interna, agências especializadas em design e naming, consultorias e profissionais do setor, além de ouvir colaboradores, clientes e parceiros para adequação da marca a diferentes mercados. A organização informou ainda que a transição não altera a estrutura de liderança nem do produto ofertado.

Conforme explica o head de marketing da companhia, Lucas Araújo, a evolução da marca acompanha o amadurecimento das operações. “Precisávamos evoluir de uma identidade associada aos primeiros estágios de uma startup para uma presença que expressasse maturidade, capacidade tecnológica e relevância para grandes organizações. Isso exigiu pensar em como o nome, a linguagem e a identidade visual seriam percebidos em diferentes mercados e contextos culturais. Buscamos um nome que ajude a completar o sentimento de segurança e estabilidade ao mesmo tempo em que preserva a energia empreendedora e o reconhecimento construído como Luzid”, enfatiza o executivo.

A partir do anúncio, a marca Glasslake passa a assumir gradualmente todos os canais digitais da empresa, incluindo novos domínios, plataformas de atendimento e materiais de comunicação. Segundo os executivos da companhia, a migração visa consolidar a presença no mercado corporativo e sustentar a expansão das operações focadas em inteligência artificial aplicada ao ecossistema SAP nos próximos anos.

O post Glasslake, a nova identidade da Luzid aparece primeiro em Startupi e foi escrito por Startupi

O post Glasslake, a nova identidade da Luzid apareceu primeiro em Startupi.



Continue Lendo: Startupi / https://startupi.com.br/luzid-muda-nome-glasslake-rebranding-sap/

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Inteligência Artificial e Democracia: quem está controlando a opinião pública?

Startupi Inteligência Artificial e Democracia: quem está controlando a opinião pública? *Por Douglas Torres A relação entre inteligência artificial e democracia nunca foi tão evidente quanto agora. Nos últimos anos, testemunhamos a ascensão de ferramentas generativas com capacidade de criar textos, imagens e vídeos indistinguíveis do real, moldando percepções políticas com uma velocidade que nenhum outro instrumento tecnológico conseguiu alcançar. O problema é que tudo isso acontece sem transparência — e, em muitos casos, sem que o próprio eleitor perceba que está sendo influenciado. Quando afirmo que não teremos eleições sem IA, não estou fazendo uma previsão futurista. Estou descrevendo o presente. Hoje, campanhas políticas utilizam modelos generativos para segmentar mensagens, testar narrativas, ampliar presença digital e responder...

Crachá de silício

Startupi Crachá de silício O crachá corporativo agora também é digital, e ele não pertence a um humano. A notícia vem da FCamara , uma consultoria que atua também no desenvolvimento de softwares, que anunciou que já integrou 400 trabalhadores “sintéticos” (agentes de IA) aos seus 1.800 profissionais. Longe de ser um mero piloto de automação, o movimento da empresa quer atacar o faturamento e o lucro, transformando a tecnologia em uma ferramenta geradora de receita direta em frentes que vão do desenvolvimento técnico ao RH. Mas a virada de chave exige uma nova orquestração de agentes. Não se trata de assinar licenças de software, mas de desenhar uma governança onde humanos lideram e auditam as entregas para blindar a operação contra alucinações e custos de infraestrutura. A divisão do trabalho é clara: a IA acelera o volume e a repetição, enquanto o humano assume a estratégia. Culturalmente, o desafio migrou da gestão do medo para a cultura da coprodução. Assim, os cola...

O papel da liderança feminina na transformação digital

Startupi O papel da liderança feminina na transformação digital *Por Viviane Campos Vivemos uma era em que a transformação digital deixou de ser um diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Organizações de todos os setores estão repensando seus modelos de negócio, suas operações e, principalmente, a forma como se conectam com clientes e colaboradores. No entanto, há um aspecto que muitas vezes passa despercebido nesse processo: a transformação digital não é apenas tecnológica, ela é, acima de tudo, humana. É justamente nesse ponto que surge um novo vetor de mudança: a diversidade na liderança. A tecnologia evolui mais rapidamente quando impulsionada por diferentes perspectivas. A presença feminina, com sua capacidade de integrar empatia, colaboração e pensamento analítico, tem se mostrado essencial na construção de soluções mais inclusiv...